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Daniel Ekechukwu

A RESSURREIÇÃO DO PASTOR
DANIEL ECKECHUKWU

 









P
or David Servant

 

Daniel Ekechukwu nasceu em uma cidade chamada Onitsha, na Nigéria, onde foi pastor da Power Chapel Evangelical Church (Igreja Evangélica Catedral do Poder).

 

A morte física do pastor nigeriano Daniel Ekechukwu ocorreu no fim da tarde de uma sexta-feira, no dia 30 de novembro de 2001. Ele ficou morto por cerca de 42 horas, visitou o céu e o inferno e ressuscitou dos mortos no domingo, dia 2 de dezembro de 2001, entre 15h50 e 17h15, no subsolo da Grace of God Mission (Missão Graça de Deus), situada em Onitsha, na Nigéria.

 

Embora algumas das coisas que aconteceram com o pastor Ekechukwu sejam extrabíblicas, nenhuma delas é antibíblica. Na verdade, tanto a história da ressurreição do pastor Ekechukwu quanto a história da nossa salvação não estão na Bíblia, o que as torna extrabíblicas. Mas nenhuma delas deixa de ter base nas Escrituras!

 

O Relato

Na quinta-feira, dia 29 de novembro de 2001, o Pastor Daniel Ekechukwu e sua esposa, Nneka, tiveram um desentendimento que originou uma discussão em que ela acabou dando-lhe um tapa no rosto. Ele ficou muito ofendido por causa desse incidente, a ponto de não falar com a esposa na manhã seguinte, quando ela o cumprimentou. De acordo com o que pastor Daniel me disse, aquela foi uma tentativa da parte dela, para eles se reconciliarem. Ele admitiu que, durante todo o dia 30 de novembro, pensou, irritado, sobre como colocaria a esposa no lugar dela, assim que ele voltasse para casa.

 

                                          Daniel Ekechukwu e a sua esposa Nneka

 

Quando o pastor Daniel estava indo embora, naquele fim de tarde, os freios da sua velha Mercedes 230E, de 20 anos, falharam quando ele descia uma ladeira íngreme, o que fez o carro bater contra um pilar de concreto, construído para impedir que os veículos caíssem na barragem. Como não estava usando o cinto de segurança (poucos nigerianos usam), o peito dele bateu com violência contra a direção do carro, provavelmente ferindo os órgãos internos de Daniel, pois, na mesma hora, ele começou a vomitar sangue e a respirar com dificuldade (sem mencionar que ele logo perdeu todos os sinais vitais).

 

Daniel não conseguiu sair sozinho do carro, mas os transeuntes que lá estavam puxaram-no para fora do veículo. Um deles ofereceu seu carro, enquanto que outro se prestou a levar Daniel ao Hospital São Charles Borromeo, que ficava não muito longe dos arredores de Onitsha.

 

Poucos minutos após ter chegado ao hospital, um médico começou a aplicar os procedimentos de emergência, mas Daniel sabia que o seu corpo não estava reagindo ao tratamento. Ele começou a fazer a oração de um homem que sabe que vai morrer, pedindo a Deus que perdoasse todos os seus pecados, a fim de que pudesse estar apto a se apresentar diante do Senhor. Daniel ainda deixou um recado para a sua esposa Nneka, com quem tinha se recusado a falar, quando saiu de casa, na manhã daquele dia. Ela desmaiou após ouvir a notícia do acidente do marido e do estado em que ele se encontrava. Quando recobrou a consciência, Nneka foi levada ao hospital, por um vizinho que era cristão. Ela estava acompanhada pelo amigo de Daniel, Ede Samuel (que entrevistei por longas horas), que foi a principal testemunha de tudo que aconteceria nos próximos três dias.

 

Ao ver o marido em uma situação crítica quando chegou ao Hospital São Charles Borromeo, Nneka se pôs a chorar, implorando que Daniel não morresse e a deixasse. O médico admitiu que não podia fazer nada para salvar a vida de Daniel (tenha em mente que aquele era um hospital do Terceiro Mundo), e então Daniel pediu que fosse transferido de ambulância para o Hospital Umezuruike, em Owerri, onde o médico da família dele trabalhava. O hospital de Umezuruike ficava a 80 quilômetros de disncia dali. Nneka conseguiu o veículo, e foi a caminho do Hospital Umezuruike que Daniel morreu.

 

Daniel estava deitado na parte de trás da ambulância, enquanto que Nneka ia na frente, no banco do passageiro. Ele começou a sentir que não iria sobreviver, então chamou a esposa para perto dele. Daniel começou a se despedir, a dar instruções sobre alguns documentos pessoais e da igreja e a pedir que ela tomasse conta do filho deles e da igreja. Nneka começou a chorar desesperadamente, e, em meio a lágrimas, repreendeu Daniel por dizer aquelas palavras negativas. Ele era um homem de Deus e deveria ter fé, em vez de ficar falando de morte!

 

Quando ela estava falando, Daniel viu dois anjos enormes (eles eram tão grandes que, mais tarde, Daniel se perguntou como eles couberam na ambulância, pois um deles era do mesmo tamanho do veículo). Eles eram completamente brancos; até a pupila dos olhos deles também era. Daniel tentou falar com os anjos, mas um deles levou o dedo indicador aos lábios, pedindo que ficasse em silêncio. Os anjos  ergueram Daniel, um de cada lado, e ele percebeu que estava se vendo em duplicidade. Os anjos seguraram Daniel por baixo de cada braço do seu corpo espiritual (que estava sem nenhum ferimento), enquanto que o corpo físico, ferido, ficou lá deitado. Quando eles saíram da ambulância, Daniel ficou alheio ao mundo natural.

 

Quando a ambulância chegou ao Hospital Umezuruike com o corpo de Daniel, já era tarde da noite daquela sexta-feira, dia 30 de novembro. O médico da família de Daniel não estava lá. Porém, um dos médicos examinou o corpo, e, com pesar, disse a Nneka que seu marido estava morto e que não havia nada que pudesse ser feito.

 

Então, eles foram para o Federal Medical Center (Centro Médico Federal), em Owerri, mas não havia médico algum lá. Finalmente, eles foram para a Eunice Clinic (Clínica Eunice), e lá o doutor Josse Annebunwa confirmou que Daniel estava morto. Não havia respiração, não havia batimentos cardíacos e as pupilas estavam dilatadas. O médico disse que não podia fazer nada. O atestado de óbito foi emitido às 23h30 do dia 30 de novembro de 2001.

 

Então, eles levaram o corpo de Daniel para a casa do pai dele, em um vilarejo próximo, e, como era de se esperar, tanto o pai quanto os outros membros da família ficaram de coração partido quando viram o corpo de Daniel sem vida, e choraram muito. O pai de Daniel orientou que eles levassem o corpo para o Ikeduru General Hospital Mortuary (Necrotério do Hospital Geral de Ikeduru), que ficava não muito longe dali. Eles chegaram lá por volta de uma hora da manhã do sábado. O agente mortuário que recebeu o corpo de Daniel foi o Sr. Darlington Manu. Aquele necrotério era antigo e não tinha instalações de refrigeração para conservar os cadáveres. Por isso, o agente mortuário injetou líquido embalsamante entre os dedos e nos pés de Daniel. O embalsamento de todo o corpo seria feito pela manhã. Com a ajuda de um dos empregados, ele pôs o corpo de Daniel em uma tábua mortuária, entre dois outros corpos.

 

 

O Ikeduru General Hospital Mortuary (Necrotério do Hospital Geral de Ikeduru) é agora chamado de Inyishi Community Hospital Mortuary (Necrotério do Hospital da Comunidade Inyishi). O Sr. Darlington Manu (acima) foi o agente mortuário que embalsamou Daniel parcialmente, nas primeiras horas da manhã do dia primeiro de dezembro de 2001, um sábado.


Acima está o livro em que o Sr. Manu fazia as anotações mais relevantes sobre cada corpo que era trazido para o necrotério. O livro contém centenas de nomes, inclusive o de Daniel Ekechukwu. Consta que o corpo foi recebido em 30 de novembro de 2001 e que foi retirado pelos parentes em 2 de dezembro de 2001.

 

Na manhã do dia seguinte, quando o agente mortuário tentou fazer um corte em forma de círculo na coxa de Daniel, a fim de introduzir um tubo por onde injetaria mais líquido embalsamante, ele levou um estranho choque que o fez se afastar do corpo. Isso não o surpreendeu, pois ele já tinha tido outras experiências como aquela e as atribuía às forças ocultas (tais coisas são muito praticadas na África e bastante respeitadas pela maioria dos pastores que conheço). Quando foi tentar pela segunda vez, levou outro choque. Então, concluiu que Daniel devia ter sido membro de uma poderosa sociedade secreta. Ele deduziu, então, que após alguns encantamentos e sacrifícios ocultistas, os poderes que estavam no corpo seriam enfraquecidos, e, então, ele poderia terminar o trabalho. (Naturalmente, este agente mortuário não era cristão, mas se converteu após a ressurreição de Daniel). A propósito, Daniel disse que dava para sentir o cheiro dos produtos embalsamantes vindo do corpo dele até duas semanas depois de ter ressuscitado. As pessoas tinham que tapar o nariz quando o abraçavam!

 

Por volta das duas da manhã daquele sábado, o agente mortuário, que morava ali perto, começou a ser incomodado por músicas de louvor que vinham de dentro do necrotério, as quais paravam assim que ele se aproximava da porta do estabelecimento. Quando estava procurando de onde vinha aquela música, ele viu que o rosto de Daniel brilhava. Aquilo o deixou completamente assustado.

 

Mais tarde, quando tentou mais uma vez fazer um corte na coxa de Daniel, para inserir o tubo, o agente mortuário deparou-se com a mesma situação de antes. Naquela noite, novamente ouviram-se sons de louvores vindos do necrotério. (Não pense que o corpo de Daniel seria cremado no dia seguinte ao da sua morte. Geralmente, os nigerianos cremam os corpos semanas após a pessoa ter morrido).


Tudo isso perturbou tanto o agente mortuário que ele contatou o pai de Daniel, contou-lhe o que estava acontecendo e pediu que tirasse o corpo do necrotério. Pouco antes de o agente mortuário chegar, a esposa de Daniel tinha sonhado que viu o rosto do marido e que ele estava perguntando a ela porque eles o deixaram no necrotério. Ele disse que não estava morto e que ela deveria levá-lo para Onitsha, onde Reinhard Bonnke, um evangelista alemão, estaria pregando. Ela decidiu que era isso que ia fazer, embora sua família achasse que estava louca. Era sábado fim de tarde e já fazia 24 horas que Daniel estava morto. A família finalmente concordou, mas comprou um caixão e trouxe roupas para o agente mortuário vestir no corpo. O agente, porém, teve de cortar as roupas, antes de vesti-las em Daniel, pois o corpo estava duro como uma tábua. Uma ambulância foi contratada na manhã de domingo, dia 2 de dezembro, e o caixão com o corpo de Daniel foi levado para a Grace of God Mission (Missão Graça de Deus), uma grande igreja situada em Onitsha, que ficava aproximadamente a uma hora e meia de distância, onde o evangelista Reinhard Bonnke estaria pregando naquela tarde. Eles chegaram por volta das 13h00.

 

A igreja estava repleta de uma multidão de guardas federais e estaduais, os quais estavam ali por causa de Reinhard Bonnke, que tinha recebido inúmeras ameças de morte. Ele é odiado pelos muçulmanos de toda a África. (Sem mencionar o fato de que o World Trade Center tinha sido destruído pelos muçulmanos há menos de três meses). Os guardas não permitiram que o caixão fosse levado para dentro da igreja, pois eles achavam que, na realidade, continha explosivos. A esposa de Daniel implorou em alta voz que a deixassem entrar, e chegou a abrir o caixão, para que vissem o marido morto. Mas os guardas debocharam dela e até lhe bateram, por causa da sua insistência. O tumulto que ela causou repercutiu tanto que o ancião chefe da igreja foi avisado, e o filho dele mandou dizer que a esposa de Daniel podia trazer o corpo, mas sem o caixão, e que fosse colocado no subsolo da igreja. Eles então levaram o corpo para lá, e o puseram em uma sala de escola dominical, deitado sobre duas mesas postas juntas, para lhe servirem de superfície.

 

Alguns crentes que lá estavam começaram a orar em volta do corpo de Daniel, enquanto Reinhard Bonnke, que não sabia que havia uma pessoa morta no subsolo da igreja, estava orando e pregando lá em cima. Finalmente, perceberam que o corpo de Daniel começou a se mexer e depois a respirar. (Nessa hora, Reinhard Bonnke não estava mais na igreja). Os obreiros começaram a orar com fervor e a massagear o pescoço, os braços e as pernas do corpo de Daniel, que estava frio e duro. Quando os que estavam no santuário ouviram que lá embaixo havia um homem morto que estava ressuscitando, aquela sala do subsolo logo virou um amontoado de pessoas. De repente, Daniel espirrou e se levantou num pulo. O horário era algo em torno de 15h50 e 17h15 daquela tarde de domingo. Daniel tinha morrido por volta das 22h00 de sexta-feira. Nas próximas horas daquele domingo, ele foi voltando a si aos poucos, até ficar totalmente sóbrio.


Você duvida deste relato? Uma reportagem do site Christ forallNations (Cristo para todas as Nações) declara o seguinte:

 

Aqui está um fato estranho que não quer calar. Durante dois dias Daniel não respirou e ficou com o coração sem bater. Isso aconteceu em um dia de calor e não se trata de um caso de animação suspendida em uma câmara fria. Para retardar os efeitos pós-morte, injetaram produtos químicos no corpo de Daniel. Além disso, ele foi carregado de um lado para o outro e ficou deitado por horas em um caixão apertado e sem ar, o que poderia ter causado sérios danos ao seu cérebro. Mas ele está vivo e completamente sadio.

 

Esta não é nenhuma alegação sem provas de alguém que tenha ressuscitado em casa. Trata-se de algo que aconteceu em público; uma evidência de um renascimento dos mortos. Se o nome de alguém merece ser citado é o de Nneka. Sua fé inabalável fez com que ela, sozinha, não deixasse Daniel ser enterrado. Em vez disso, Nneka o levou para onde ela tinha certeza que Deus o traria de volta à vida. Ela reconhece que Reinhard Bonnke é um homem de Deus e que o milagre aconteceu na atmosfera de fé onde ele estava ministrando.  A fé de Nneka, que foi a responsável pela consumação deste acontecimento, foi honrada. Mas por quem? Quem honrou a fé dela? Se não foi Deus, quem mais poderia ser?

 

Acredito que o evento aqui descrito não seja uma brincadeira. Além disso, duvido que o pastor Ekechukwu tenha inventado a história que vou apresentar a seguir, a qual relata o que aconteceu com ele quando foi levado para o inferno. A mensagem do pastor Daniel é que a igreja se arrependa e se prepare para estar diante de Jesus. De fato, muitos já se arrependeram após terem ouvido o testemunho dele. Se o que Daniel me contou for uma brincadeira, o fato é que ela se resume em uma história de genuína santidade.

 

Enfim, com certeza o ministério de Reinhard Bonnke não precisa se promover à custa de brincadeiras, uma vez que milhões de pessoas já comparecem às cruzadas que ele realiza na Nigéria. Na verdade, ele próprio afirma que não teve nada a ver com o milagre e que nem estava sabendo que havia um corpo no subsolo da igreja onde estava pregando.

 

O que o pastor Daniel viu após ter morrido é ainda mais impressionante do que a história da sua morte e ressurreição. Embora tenha estado morto por quase dois dias, as coisas que Daniel viu enquanto esteve morto duraram apenas quinze minutos para ele. Após ter sido tirado do seu corpo pelos dois anjos, quando estava na ambulância, ele ficou sozinho por alguns instantes, mas logo lhe apareceu outro anjo. Daniel disse que, quando estava confuso sobre alguma coisa que tinha visto enquanto esteve morto ou quando tinha alguma dúvida na mente, este anjo lhe dava a resposta na hora. A primeira coisa que o anjo disse foi que eles iriam ao Paraíso. Eles chegaram ao


Paraíso no mesmo instante que o anjo disse que eles iriam para lá. O mesmo aconteceu com todos os lugares onde o anjo levou Daniel.

 

Daniel viu multidões de adoradores com vestes brancas e radiantes. Imediatamente, Daniel pensou que fossem anjos, mas aquele que lhe acompanhava disse que eram seres humanos que, “enquanto estavam na terra, serviram a Deus, viveram uma vida de retidão e tinham a fé focalizada em Cristo Jesus”. Aquelas pessoas eram todas iguais. Ou seja, nenhuma delas aparentava ser jovem, de meia idade ou idosa; e nenhuma tinha diferenças raciais. Elas olhavam com atenção para uma luz que brilhava muito, e adoravam a uma só voz. Todas levantavam as mãos e faziam reverência ao mesmo tempo, “como se estivessem sendo controladas por uma espécie de mecanismo eletrônico”. (Este mesmo fenômeno foi relatado à minha esposa por um ancião haitiano, que morreu por alguns instantes, mas foi mandado de volta para a terra, a fim de terminar o seu trabalho).

 

Daniel notou que havia, no meio daquela multidão, um homem que aparentava ser mais velho. O pensamento que veio à sua mente era que talvez aquele homem fosse Deus, mas imediatamente foi corrigido pelo anjo que o acompanhava. Aquele era pai Abraão.

 

Daniel quis muito se juntar aos adoradores, mas o anjo lhe disse que havia outras coisas para serem vistas. Ele disse que a próxima coisa que veriam era a promessa de Jesus para os seus seguidores, a mansão que Ele preparou para “os justos que encontrará no último dia”. Eles chegaram lá imediatamente.

 

Daniel disse que não há meios terrestres para descrever o que viu. A mansão parecia não ter fim, tanto em altura quanto em largura. Ela se mexia o tempo todo, e cada quarto também se mexia de alguma forma. A mansão era feita de algo transparente como o vidro, e o chão parecia ter sido feito de luz. Daniel não viu ninguém naquela enorme mansão, mas ouviu uma música linda. Ele estava se perguntando de onde vinha aquela música, e o anjo imediatamente apontou para as inúmeras flores ao redor da mansão. Quando Daniel olhou para elas mais de perto, viu que as flores estavam se mexendo, balançando e cantando louvores a Deus!

 

O anjo disse a Daniel: "A mansão já está pronta, mas os santos de Deus não estão. Jesus está demorando a voltar porque os crisos ainda não estão prontos" (Isto é totalmente bíblico; veja II Pedro 3:12.)

 

Em seguida, o anjo levou Daniel ao inferno, e eles pararam em frente ao portão. Quando o anjo levantou e baixou a mão, o portão se abriu, e Daniel imediatamente começou a ouvir sons horríveis de pessoas gritando e chorando, mas não viu nada, pois o inferno estava em total escuridão. Nesse momento, uma luz forte brilhou do anjo, e Daniel pôde ver muitos grupos de pessoas em agonia. Ele me contou sobre três grupos em especial que estavam passando por um infindável ciclo de tormentos. Eles estavam colhendo para sempre no inferno o que tinham plantado na terra. Um dos grupos era formado por pessoas que estavam comendo a própria carne e depois vomitando no chão. Na mesma hora, o vômito pulava no corpo delas e se transformava em carne, para elas comerem de novo. O anjo disse a Daniel que aquelas pessoas comiam carne humana na terra, como prática ocultista. As pessoas do outro grupo tinham sido roubadoras de terrenos. Elas estavam cavando sem parar aquele chão duro de pedra com suas próprias mãos. O terceiro grupo era de fornicadores e adúlteros, os quais estavam mutilando seus óros sexuais, que, após terem sido destruídos, regeneram-se apenas para serem mutilados outra vez.

 

Assim que ouvi Daniel relatar esta cena, não consegui parar de pensar sobre quantas vezes as Escrituras declaram que Deus vai retribuir cada pessoa de acordo com suas obras, e ainda que cada um vai colher exatamente o que plantou. Lembrei também da história que Jesus contou sobre Lázaro e o homem rico. Após a morte, os papéis foram invertidos: o homem rico ansiou que Lázaro lhe desse uma gota de água assim como Lázaro outrora tinha ansiado que o homem rico lhe desse uma migalha da sua mesa.

 

O pastor Daniel também viu o ex-ditador da Nigéria. Viu um cristão que se afastou do Senhor porque começou a praticar ocultismo e ainda um pastor que desviou dinheiro da sua própria igreja e ainda mentiu sobre isso. Aquele pastor prometeu que devolveria o dinheiro se Daniel  o ajudasse a sair do inferno. Embora houvesse diferentes tipos de tortura, todas as pessoas que estavam no inferno contorciam-se em agonia por causa de uma força invisível que as puxava sem parar. Todas estavam gritando, gemendo e rangendo os dentes. O pastor Daniel me disse que, se todo cristão pudesse ver o que ele viu, não haveria mais necessidade de se pregar o evangelho, pois todo cristão seria ele próprio o evangelho.

 

O mais surpreendente de tudo foi o que aconteceu depois disso. O anjo que acompanhava o pastor Daniel lhe disse: “Se o teu registro estiver aqui, com certeza você será lançado no inferno.” O pastor Daniel imediatamente se defendeu, dizendo: “Sou um homem de Deus! Sirvo a Ele de todo meu coração!Mas uma Bíblia imediatamente apareceu na mão do anjo. Ela estava aberta em Mateus 5, passagem em que Jesus advertiu que, se alguém chamar seu irmão de louco, ele tem culpa suficiente para ser lançado no fogo do inferno (veja Mateus 5:21-22). O pastor Daniel percebeu que era culpado pelas duras palavras que tinha dito à sua esposa. O anjo ainda lembrou Daniel que Jesus prometeu que Deus não perdoará nossos pecados se não perdoarmos os outros (veja Mateus 6:14-15). Ou seja, nós vamos colher o que plantamos. Somente os misericordiosos alcançarão misericórdia (Mateus 5:7). O anjo disse a Daniel que as orações que tinha feito no hospital, quando estava morrendo, não tiveram efeito porque ele se recusou a perdoar sua esposa, mesmo quando ela tentou se reconciliar na manhã do dia do acidente que o matou.


O pastor Daniel chorou quando lhe foi revelado isso, mas o anjo lhe disse para não chorar, pois Deus o enviaria de volta à terra, para atender o pedido do homem rico, ou seja, alguém retornaria dos mortos, para advertir as pessoas sobre o inferno (veja Lucas 16:27-30). O anjo disse que a ressurreição de Daniel serviria como sinal e que seria o último apelo para esta geração.

 

Finalmente, o pastor Daniel foi levado para o topo de uma montanha, onde havia um enorme buraco escuro. Lá, o anjo que acompanhava Daniel o entregou a um homem que Daniel não reconheceu quando o viu, mas logo percebeu que era o evangelista alemão Reinhard Bonnke. O anjo disse que aquele homem ajudaria Daniel a pregar o evangelho da salvação.

 

Daniel e o reverendo Bonnke caíram no buraco e foi nesse instante que Daniel pulou da mesa onde estava deitado na Grace of God mission. Ele estava de volta ao seu corpo, após ter ficado morto por cerca de 42 horas, quase dois dias inteiros.

 

Como você pode estar imaginando, o pastor Daniel enfatiza muito nas suas pregações a necessidade de perdoar aqueles que nos prejudicaram, para que ninguém tenha o destino que ele quase teve. É muito importante que obedeçamos aos mandamentos de Jesus tanto no que diz respeito ao perdão e ao amar uns aos outros quanto no que diz respeito aos demais mandamentos. Esmais do que na hora de a igreja se arrepender e a “procurar a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Não dê ouvidos aos falsos pregadores, que dizem que a santidade não é essencial para conquistar a vida eterna. Jesus advertiu que somente aqueles que fazem a vontade do Pai entrarão no reino dos céus (veja Mateus 7:11). Não dê ouvidos a pregadores que dizem que, se você foi salvo uma vez, isso é garantia de que você está salvo para sempre. Jesus advertiu os seus discípulos mais próximos (veja Mateus 24:1-3) da possibilidade de eles não estarem prontos quando Ele voltar e serem lançados no inferno (veja Mateus 24:42-25:46).

 

Tenha em mente que a condenação do pastor Ekechukwu não tinha sido apenas pelo pecado de não ter perdoado a sua esposa. Ele estava confessando outros pecados no hospital quando estava morrendo, mas a sua falta de perdão anulou as orações por meio das quais ele pedia perdão desses pecados. Se quisermos que Deus nos perdoe, devemos perdoar os outros. Foi isso que Jesus disse.

Você está pronto para estar diante de Jesus, sincero e livre de culpa?

Veja evidências e investigações adicionais do caso do pastor Daniel em:

http://www.heavensfamily.org/ss/pastor-daniel-nneka-ekechukwu-concerning-resurrection

 






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